Me sinto caindo o tempo todo, há esses comprimidos que ajudam a respirar a noite, mas os sonhos ou pesadelos, não me deixam ter paz. A existência nessa vida eco em minha mente como algo pesado e inquietante.
Minha alma por vezes parece gritar dentro do meu corpo, chora, se debate e ao fim termina em silêncio em algum lugar do meu íntimo enquanto a abafo por medo que essa loucura me consuma.
Me afogo em mim mesma, mas não morro. E a agonia me consome dia após dia enquanto me esforço a parecer normal o bastante para viver.
Eu não deveria estar aqui enquanto outros anseiam pelo privilégio de respirar. Eu não posso ir, e eu não quero ficar. Mas fico.
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