Aguardo
A solidão bate as 3 da tarde,
As duas da madrugada,
As 6 da manhã.
Tá no abraço que não retorna,
Nos lábios que não tocam,
No riso esperando a gafe,
No lado vazio da cama,
No frio do inverno,
Na presença que existe na lembrança.
Só me resta.
Apenas eu,
Um poema,
Uma xícara de café,
E uma esperança frágil.
O sol vai nascer daqui a pouco.
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