Tempestade

A tempestade chegou,
Estávamos a deriva em meio ao mar,
Os ventos batem a proa como pedras e
Cortam o rosto como facas, 
As ondas surgem em meio a escuridão, 
ferozes e bárbaras anunciando o fim.

Mas do mastro o marinheiro canta,
Antigas canções de sua terra natal.
Um sopro de esperança. 
Seguimos em busca da terra firme,
a tempestade há de passar,
Marinheiro também sabe nadar.

Eu não sou daqui, 
Eu não tenho amor,
Eu sou da Bahia...

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